Cláudia Silvestre, coordenadora do Conselho Eco-Escolas da ESCS, destacou recentemente este trabalho na revista IntelCities #20 – Do Verde à Luz Viva, sublinhando a importância de enfrentar as alterações climáticas nas cidades, onde a poluição, a degradação do solo e a perda acelerada de biodiversidade representam desafios críticos. “Agir é imperativo, mas é igualmente essencial formar e educar”, afirmou.
Entre os impactos positivos das micro florestas estão a melhoria da qualidade do ar, a mitigação do efeito de ilha de calor, o aumento da biodiversidade urbana e a gestão natural das águas pluviais. Além disso, estas áreas funcionam como laboratórios vivos de educação ambiental, envolvendo a comunidade e promovendo valores como cooperação, responsabilidade e pertença ao território.
O projeto foi dinamizado por Alexandra David, então coordenadora do Eco-Escolas, e contou com a colaboração da empresa tecnológica Noesis, da associação Ilhas da Biodiversidade e da Junta de Freguesia de Benfica, através do Orçamento Participativo Verde. “Integrar estes nichos da biodiversidade nos planos de desenvolvimento urbano é investir num futuro mais saudável e resiliente”, acrescenta Cláudia Silvestre.
Entre os impactos positivos das micro florestas estão a melhoria da qualidade do ar, a mitigação do efeito de ilha de calor, o aumento da biodiversidade urbana e a gestão natural das águas pluviais. Além disso, estas áreas funcionam como laboratórios vivos de educação ambiental, envolvendo a comunidade e promovendo valores como cooperação, responsabilidade e pertença ao território.

O projeto foi dinamizado por Alexandra David, então coordenadora do Eco-Escolas, e contou com a colaboração da empresa tecnológica Noesis, da associação Ilhas da Biodiversidade e da Junta de Freguesia de Benfica, através do Orçamento Participativo Verde. “Integrar estes nichos da biodiversidade nos planos de desenvolvimento urbano é investir num futuro mais saudável e resiliente”, acrescenta Cláudia Silvestre.
Mais do que manchas verdes, as micro florestas urbanas da ESCS representam sementes de mudança, provando que regenerar o ambiente é um processo coletivo, educativo e inspirador, onde ciência, tecnologia e cidadania caminham lado a lado.
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