Archives: Fotografias

Centro de Interpretação do Rio

Centro de Interpretação do Rio

O Centro de Interpretação do Rio, em Águeda, assume-se como um espaço dedicado ao conhecimento e à valorização dos ecossistemas de água doce do concelho. Através de exposições, atividades educativas e contacto direto com o património natural local, o espaço procura sensibilizar visitantes para a importância da conservação do rio e das espécies que nele habitam. Esta reportagem acompanha o trabalho desenvolvido no centro, destacando o seu papel na divulgação científica e na identificação de espécies exóticas presentes no rio, promovendo uma maior consciência ambiental junto da comunidade.

O património de Águeda: a Lagoa da Pateira de Fermentelos

O património de Águeda: a Lagoa da Pateira de Fermentelos

Maior lagoa natural da Península Ibérica, a Pateira de Fermentelos é um dos principais patrimónios naturais do concelho de Águeda. Ao longo de décadas, este espelho de água moldou a vida das comunidades que o rodeiam, servindo de espaço de trabalho, lazer e encontro. Esta fotoreportagem percorre diferentes olhares sobre a lagoa, entre memórias do passado, usos do presente e perspetivas para o futuro, revelando a forma como este território continua a marcar a identidade local e a levantar desafios à sua preservação.

Jacinto, o vírus da Lagoa

Jacinto, o vírus da Lagoa

A lagoa da Pateira de Fermentelos, a maior lagoa natural de Portugal, enfrenta uma invasão silenciosa que transforma o seu ecossistema: o jacinto-de-água, planta aquática originária da América do Sul, espalha-se rapidamente pelas margens e pelo espelho de água. Esta fotoreportagem documenta a presença e o impacto da espécie, mostrando desde os tapetes densos que cobrem vastas áreas até a interferência na navegação e na biodiversidade local, revelando um desafio ambiental crescente que exige atenção e ação.

Praia de Matosinhos: um perigo “invisível” para a Saúde Pública

Praia de Matosinhos: um perigo “invisível” para a Saúde Pública

A Praia de Matosinhos, num concelho com quase 200.000 habitantes, é frequentada por milhares de banhistas nos dias mais quentes do verão, sobretudo pela facilidade no acesso ao transporte público, proximidade a zonas populacionais e infraestruturas circundantes.
Contudo, nos últimos anos, têm vindo a intensificar-se as interdições a banhos por motivos maioritariamente microbiológicos, de forma a proteger a saúde pública. Por esse motivo, a APA (Agência Portuguesa do Ambiente) está a ponderar não atribuir o estatuto de “Zona Balnear” a esta praia, no verão de 2026.