Destruição de árvores faz germinar um movimento de revolta
Sob o pretexto da requalificação da Avenida dos Lusíadas em Braga, foram inicialmente abatidas 12 árvores consideradas “saudáveis” e emblemáticas. Este “rude golpe para a cidade”, segundo Pedro Augusto, um dos fundadores da “S.O.S. Árvores da Avenida dos Lusíadas – Braga”, gerou indignação por parte de um grupo de bracarenses preocupados com a perspetiva da espoliação do património arbóreo local. Esta contestação levou à mobilização espontânea de um grupo de cidadãos, com o intuito de procurar preservar as 56 árvores que irão ser abatidas, em cumprimento deste projeto de reabilitação apresentado pela Câmara Municipal de Braga.
Passeio pedestre a uma ponte Romana
A turma de Turismo Ambiental e Rural do 11 D, realizaram um passeio pedestre para identificar a biodiversidade da nossa região, associando ao turismo sustentável.
Turismo Ambiental
Os alunos de Turismo Ambiental e Rural na Disciplina de Ambiente e Desenvolvimento Rural, foram descobrir o turismo da nossa região.
Pandemia não trava os pequenos agricultores
«Cultivar uma horta é um exercício de confiança. Estamos sempre dependentes de situações que não controlamos», confessa Marília, uma de tantas mulheres do interior rural do nosso país, que continua a cultivar mais de metade dos vegetais que o seu agregado familiar consome. Foi ainda no início da pandemia de COVID-19 que se deixou fotografar, retratando a prática agrícola para consumo próprio, que tem gradualmente desaparecido de todo o território nacional.

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