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Bandeira Azul, mais do que um símbolo!…

Bandeira Azul, mais do que um símbolo!…

O Programa Bandeira Azul foi criado em 1987 pela Foundation for Environmental Education, uma Organização não Governamental de Ambiente, sediada na Dinamarca.
Este programa, que desde essa data tem vindo a ser implementado em Portugal, tinha como primeiro objetivo, avaliar praias com boa qualidade da água e gestão ambiental exemplar. O sucesso foi imediato e o Programa ganhou escala, espalhando-se pelo mundo. Hoje, está presente em mais de 50 países, em cinco continentes, e distingue milhares de praias, marinas e embarcações. Portugal é, atualmente, um dos países com mais Bandeiras Azuis por quilómetro de costa, o que demonstra o empenho do país na proteção ambiental.

Bandeira Azul: mais do que um símbolo, um compromisso coletivo

Bandeira Azul: mais do que um símbolo, um compromisso coletivo

Muitos já terão visto uma Bandeira Azul, mas poucos sabem o que ela representa. Por detrás do seu movimento ao vento há um esforço coletivo para proteger o mar, garantir a qualidade da água e promover um turismo mais responsável, com estratégias concertadas por vários agentes, de que é exemplo a autarquia de Oeiras.

Segunda mão em alta, indústria sob pressão:

Segunda mão em alta, indústria sob pressão:

Uma camisola esquecida no armário pode acabar no lixo… ou encontrar um novo dono a centenas de quilómetros de distância. Em Portugal, cada vez mais pessoas estão a vender roupa através de aplicações como a Vinted. A ideia parece simples: poupar dinheiro, libertar espaço e contribuir para um ambiente mais sustentável. Mas, ao mesmo tempo que o mercado de roupa em segunda mão está a crescer, temos recebido notícias preocupantes sobre despedimentos na indústria têxtil do Norte do país.

Verão à vista, Planeta em colapso!

Verão à vista, Planeta em colapso!

O calor regressa, o sol ganha força e o verão instala‑se. Mas, por trás da época mais aguardada do ano, esconde‑se também um dos períodos mais prejudiciais para o ambiente. Entre praias sobrecarregadas de lixo, festivais que geram toneladas de resíduos e estradas congestionadas rumo às férias, os meses de julho e agosto representam um custo ambiental que muitos ignoram.