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O desconhecimento é mais perigoso que o mosquito

O desconhecimento é mais perigoso que o mosquito

Recentemente, em Portugal, o pânico perante a expansão do mosquito-tigre (Aedes albopictus) levou ao aterro imediato de um charco numa escola, uma medida drástica tomada por desconhecimento que coloca em causa a sobrevivência destes ecossistemas. Especialistas alertam que esta destruição ignora a biologia do inseto e compromete a segurança das populações ao eliminar os predadores naturais que controlam as pragas. A ação baseia-se no mito de que toda a água é um foco de infeção, quando, na verdade, a eliminação desta estrutura remove a principal barreira biológica contra a propagação de doenças.

Reciclar na Escola, Proteger o Planeta

Reciclar na Escola, Proteger o Planeta

Na Escola Profissional de Campanhã, na cidade do Porto, os alunos assumem um papel central no processo de separação e reciclagem de resíduos, no âmbito do Jovens Repórteres para o Ambiente. Após a verificação dos materiais recolhidos, os resíduos são acondicionados e encaminhados para os ecopontos, contribuindo para a recolha de mais de uma tonelada anual destinada aos contentores amarelo, verde e azul. Um trabalho conjunto que começa na escola e continua em casa, tudo pelo planeta.

Data Centers debaixo d’água, uma solução ou um problema?

Data Centers debaixo d’água, uma solução ou um problema?

A China está a transformar o fundo de um de seus mares numa infraestrutura de computação de alta escala. Ao contrário dos centros de dados tradicionais, que consomem uma quantidade impressionante de água doce, o novo complexo em Lin-gang utiliza a temperatura natural do oceano para refrigeração. Esta aposta na “economia azul” promete uma eficiência energética inédita, mas levanta questões críticas sobre o impacto térmico nos ecossistemas marinhos e a viabilidade de manutenção a longo prazo.

Praia de Matosinhos: um perigo “invisível” para a Saúde Pública

Praia de Matosinhos: um perigo “invisível” para a Saúde Pública

A Praia de Matosinhos, num concelho com quase 200.000 habitantes, é frequentada por milhares de banhistas nos dias mais quentes do verão, sobretudo pela facilidade no acesso ao transporte público, proximidade a zonas populacionais e infraestruturas circundantes.
Contudo, nos últimos anos, têm vindo a intensificar-se as interdições a banhos por motivos maioritariamente microbiológicos, de forma a proteger a saúde pública. Por esse motivo, a APA (Agência Portuguesa do Ambiente) está a ponderar não atribuir o estatuto de “Zona Balnear” a esta praia, no verão de 2026.