Uncategorized

A Surpreendente Borboleta do Medronheiro na Escola Básica Gonçalo Sampaio – Clube Ciência Viva

A Surpreendente Borboleta do Medronheiro na Escola Básica Gonçalo Sampaio – Clube Ciência Viva

Numa manhã soalheira, enquanto um grupo de alunos brincava animadamente nos espaços verdes da Escola Gonçalo Sampaio, uma visão inesperada capturou a sua atenção: uma borboleta de cores vivas e asas imponentes.
A sua presença invulgar no recreio gerou de imediato um burburinho de curiosidade e um coro de interrogações: A que espécie pertenceria esta borboleta tão vistosa? E o que a teria atraído para o recinto escolar?
Com olhos atentos, os jovens observadores notaram que a borboleta manifestava uma clara preferência pelos medronheiros existentes no Bosquete da escola. Pousava neles com frequência, numa dança delicada entre as folhas. Esta pista botânica ajudou a desvendar o mistério: a borboleta observada seria, muito provavelmente, a Borboleta-do-Medronheiro (Charaxes jasius), uma das maiores e mais espetaculares borboletas diurnas da Europa.
A sua presença na escola é uma oportunidade de ouro! Levanta questões fascinantes sobre o ciclo de vida das borboletas – a razão pela qual procuram plantas hospedeiras específicas como o medronheiro para depositarem os seus ovos e alimentarem as suas lagartas.
Esta observação inesperada transformou um momento de brincadeira numa pequena aula de campo, onde a curiosidade natural dos alunos se cruzou com a biologia, mostrando que a vida selvagem pode prosperar mesmo nos espaços urbanos, desde que haja um ambiente acolhedor como o Bosquete da nossa escola.

O Clube Ciência Viva da EBGS

Sanita não é caixote do lixo

Sanita não é caixote do lixo

O que deitamos pela sanita não desaparece… viaja até ao mar. E cada descarga errada transforma-se em mais uma ferida no oceano.
A mudança começa no que escolhemos não mandar cano abaixo.

Tempestades em Portugal: A crise silenciosa dos nossos rios

Tempestades em Portugal: A crise silenciosa dos nossos rios

A recente sucessão de tempestades em Portugal, como a Kristin, Leonardo, entre outras, levantou questões urgentes sobre a saúde dos nossos ecossistemas hídricos.

Onde o mundo coloca limites, a vida cria raízes

Onde o mundo coloca limites, a vida cria raízes

Não é necessário um solo perfeito para prosperar e sobreviver; basta um burraco ou uma frincha e a vontade de continuar ultrapassar as dificuldades. Esta fotografia não é apenas sobre botânica, é sobre a capacidade de emergir e crescer mesmo quando o que está ao redor é árduo, frio e cinzento. A natureza resiste para nos lembrar que a força não está no tamanho, mas sim, na oportumidade e resilência.