Felosa-comum
O recinto escolar foi palco de um pequeno, mas significativo, ato de bondade e conservação. Um grupo de alunos, durante o intervalo, deparou-se com uma pequena Felosa-comum (Phylloscopus collybita) visivelmente debilitada perto de um dos edifícios. A ave, fraca e incapaz de voar, apresentava sinais de ter embatido contra um vidro.
Conscientes da fragilidade da situação, os estudantes agiram rapidamente e contactaram um professor responsável pelo Clube Ciência Viva da escola. O docente prontamente prestou os primeiros socorros: para minimizar o stress da pequena viajante (ave migratória) e permitir que recuperasse em segurança, a Felosa-comum foi cuidadosamente colocada numa caixa de cartão escura e fechada.
Após algumas horas de repouso e tranquilidade, a ave começou a dar sinais de recuperação. Entendendo que o melhor para o seu bem-estar era a liberdade, a equipa de resgate procedeu à sua libertação. O local escolhido foi o Bosquete da escola, um habitat mais natural e protegido. Com um último voo vacilante que rapidamente ganhou força, a Felosa-comum regressou à natureza, deixando nos alunos e professores a satisfação de um salvamento bem-sucedido e a lição de que cada vida conta.
Raízes no Sal, olhos no futuro
Entre as linhas geométricas do sal e o brilho refletido da água salgada, cresce silenciosamente a Salicornia ramosissima conhecida como “Sal verde” nas salinas de Aveiro. Símbolo de biodiversidade, resiliência climática e revitalização económica, que, entre valor ecológico, potencial alimentar e oportunidades económicas, é uma alternativa a revitalização de um território onde a produção tradicional de sal tem vindo a desaparecer, segundo entidades como o CESAM (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar).
Viena: O projeto de urbano de adaptação
Pelas imponentes ruas de Viena, os olhos de quem passeia cruzam-se com a imagem de um meio urbano em estado mútuo com a natureza. Numa caminhada ao longo destas ruas carregadas de história, são notáveis os resultados de vários projetos de sustentabilidade que estão a ser praticados desde 1999, que segundo a Forbes, esta cidade distingue-se como “a cidade verde com a maior qualidade de vida”.
Lixo marinho nas praias portuguesas, uma realidade que as ações de limpeza costeira pretendem mudar
Numa qualquer praia do Norte, quando vemos o azul do mar, ouvimos o barulho das suas ondas e sentimos o cheiro a maresia, imaginamos um ambiente fresco, tranquilo e belo. Este cenário idílico é, no entanto, muitas vezes, rompido pela poluição. A poluição por lixo marinho é um dos problemas ambientais mais visíveis nas praias portuguesas. O movimento Ajude a Limpar a Praia é uma das organizações que há 14 anos, através da realização de ações de limpeza em várias praias do Norte de Portugal envolvendo voluntários, tem vindo a atuar no sentido de promover a mudança desta realidade.

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