Rio Trancão é nome de poluição? Estudo revela que já não é bem assim
O Rio Trancão, cuja foz está em pleno Estuário do Rio Tejo, foi considerado um dos mais poluídos da Europa. Entre outros contaminantes, o Trancão foi vítima durante muitos anos de indústrias, por exemplo, no Complexo Químico de Quimigal, que usavam mercúrio nos seus processos de fabrico. Uma parte deste mercúrio encontra-se depositada nos sedimentos do leito do rio, os quais foram agora estudados por um grupo de alunos do Colégio Valsassina em parceria com investigadores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Os resultados são animadores, pois os valores médios de mercúrio são inferiores aos esperados e sugerem que a Foz do Trancão não pode ser classificada como uma área sob riscos graves associados à contaminação de mercúrio.
Má Gestão de Resíduos
Este problema acarreta várias consequências, destacando-se a acidificação dos solos, pelas águas da chuva que contactam com o lixo, a contaminação das águas subterrâneas e a libertação de gases com efeito de estufa, devido à decomposição de alguns resíduos.
Pavimento Elástico
No momento presente é impensável andar sobre um passeio de uma calçada sem pisar aqueles famosos “pontos pretos”, que não são mais do que “simples” pastilhas elásticas.
Aproveitamento de resíduos florestais na produção de bioplástico: uma via para a sustentabilidade
Este vídeo pretende dar um contributo dar a conhecer uma solução para os bioplásticos.
Foi desenvolvido um projeto que pretende otimizar o processo de produção de Bioplástico (também chamado de PHAs, polihidroxialcanoatos), culminando na obtenção de um bioplástico degradável através da utilização de culturas microbianas mistas, recorrendo a bactérias oriundas de ETARs (potenciando a sua reutilização, algo que até à data não é aproveitado).
Ao contrário da maioria dos plásticos, os PHAs não são produzidos num reactor, ligando móleculas com recurso a um catalisador, mas sim sintetizados nas células de microorganismos. No projeto apresentado no vídeo serão obtidos a partir de resíduos florestais, promovendo uma lógica de economia circular (aproveitamento de bactérias de uma ETAR e de resíduos florestais, visando a obtenção de um bioplástico).
Tendo em conta os problemas associados ao uso de petróleo, e seu derivados, existe a necessidade de encontrar formas de substituir o uso desta matéria, sendo que os PHAs são uma alternativa aos plásticos de origem petroquímica devido à sua elevada biodegradabilidade.

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