A professora da disciplina de Biologia e Geologia desafiou-nos para sermos fotorrepórteres por um dia. Tentámos analisar o local com olho de cientista para observar pormenores que escapam à vista das pessoas em comum. Ao longo da nossa visita de estudo, explorámos as três principais áreas deste espaço – a Estufa Fria, a Estufa Quente e a Estufa Doce – zonas com uma grande diversidade de plantas com diferentes características e habitats. A Estufa Fria encontra-se coberta por um ripado de madeira, onde as plantas ficam protegidas do frio no inverno e do calor no verão. Este meio permite o desenvolvimento de espécies oriundas de climas tropicais e subtropicais, mas bem adaptadas a climas temperados. A Estufa Quente, por sua vez, apresenta uma cobertura de vidro, o que torna a atmosfera deste espaço mais húmida e quente. Este ambiente simula as zonas equatoriais, onde é possível observar várias espécies tropicais em condições ótimas, próximas às naturais. Por último, a Estufa Doce é a mais pequena das estufas, também coberta por vidro mas com uma humidade reduzida, o que proporciona um ambiente mais seco. É a zona das plantas suculentas, adaptadas a locais mais áridos e que reservam água os seus tecidos. Esta visita revelou-se uma experiência muito enriquecedora, não só pelo contacto direto com a grande diversidade de plantas, mas também pela oportunidade de compreender melhor a importância deste espaço a nível científico, educativo e ambiental. Gostámos especialmente da paisagem e do ambiente calmo que se sente dentro da estufa, que contrasta com o ritmo movimentado da cidade de Lisboa. Além disso, ajudou-nos a conhecer novas espécies de plantas e a perceber melhor como cada uma delas se desenvolve no seu meio natural.
Recomendamos a todos uma visita a este recanto no meio da cidade de Lisboa.

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